Adelmo Moura é eleito pela quarta vez para prefeito de Itapetim – PE

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Adelmo Moura (PSB),  foi eleito para comandar a prefeitura de Itapetim pela quarta vez. O único  prefeito a atingir esta marca histórica de quatro mandatos no município.

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Apoiado pelo atual prefeito Arquimedes Machado (PSB), o socialista  obteve 5.489 votos (58,83%), o segundo mais votado foi o candidato  Anderson Lopes (PTB) com 3.503 votos (37,55%) e Mário José ()MDB) teve 338 votos (3,62%).

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Compareceram as urnas 9.826 eleitores (82,50%), destes 9.330 votos validos que corresponde a  (94,95%), 150 votos brancos (1,53) e 346 votos nulo (3,52%).

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Não compareceram as urnas ou seja a abstenção foi de 2.085 eleitores (17,59)

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Veja os vereadores eleitos:

 

1º  Jordânia Siqueira(PSB) ……………………  760  votos  8,46%

2º  Júnior de Diógenes (PSB)…………………. 708 votos  7,99%

3º  Carlos Nunes(PSB) …………………………. 607 votos   6,75%

4º  Clodoaldo Lucena(PSB) …………………… 543 votos 6,04%

5º  Romão(PSB) ………………………………….. 517 votos 5,75%

6º  Jacinto Lucena(PSB)……………………….. 497 votos  5,53%

7º  Edilene Lopes (PTB)………………………… 494 votos 5,50%

8º  Silvano do Leite(PMDB)…………………… 278 votos 3,09%

9º  Evanildo da Piedade ………………………. 271 votos  3,02%

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Click no álbum abaixo e veja as fotos

Álbum nº 01

Álbum nº 02

Álbum da votação e outras fotos

Texto e fotos : Itapetim.net

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Em 61 Anos de Emancipação Política de Itapetim – PE, Foi Administrado por Quinze Prefeitos

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Foste umburanas (ou imburanas popularmente falando), às sombras de tuas árvores “umburanas” acolhias os antigos tropeiros, oferecendo-lhe sombras, ar fresco, descanso. Assim, melhor inspiração não haveria.

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Em 31 de março de 1931 passaste a categoria de distrito sob o nome de São Pedro das Lages. Eis aqui a fé, a religiosidade do seu povo expresso na tua segunda denominação.

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Em 09 de Dezembro de 1938 passaste a te chamar Distrito de Itapetininga. Nome  o qual  três anos depois por coincidir  com o nome de outra cidade do interior de São Paulo em 31 de dezembro de 1943, finalmente Distrito de Itapetim.

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anigif-Prefeitos de Itapetim

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1º Prefeito de Itapetim – PE

Francisco José de Maria – 1954-1955

2º Prefeito de Itapetim – PE

Geraldo Alves Ferreira –  1956-1959

3º Prefeito de Itapetim – PE

Simão Leite  Ferreira – 1960-1963

4º Prefeito de Itapetim -PE

Antônio Piancó Sobrinho – 1964-1968

5º Prefeito de Itapetim – PE

José Francisco dos Santos – 1969-1972

6º Prefeito de Itapetim – PE

João Alves dos Passos –   1973- 1976

7º Prefeito de Itapetim – PE

José Francisco dos Santos – 1977- 1982

8º Prefeito de Itapetim – PE.

Geraldo Alves Ferreira – 1983 – 1988

9º Prefeito de Itapetim – PE

José Lopes da Silva Sobrinho – 1989 – 1992

10º Prefeito de Itapetim – PE.

Adelmo Alves de Moura – 1993 – 1996

11º Prefeito de Itapetim –  PE.

José Lopes da Silva Sobrinho – 1997 – 2000

12º Prefeito de Itapetim – PE.

José Lopes da Silva Sobrinho – 2001 – 2004

13º Prefeito de Itapetim – PE

Adelmo Alves de Moura – 2005 – 2008

14º Prefeito de Itapetim – PE.

Adelmo Alves de Moura – 2009 – 2012

15º Prefeito de Itapetim – PE.

Arquimedes Magno Nunes Machado – 2013 – 2016

.Prefeitos de Itapetim - PE

Em 29 de Dezembro de 1953, pelo Decreto Lei nº 1818, a Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco aprovou o desligamento do Distrito de Itapetim. Pelo Decreto Lei nº 2567, o então governador “Etelvino Lins de Albuquerque sanciona o projeto lei, criando o município de Itapetim.

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Leia mais …

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ALGUNS DADOS HISTÓRIOS DE ITAPETIM, PREFEITO, PONTOS TURISCO DE ITAPETIM, COMIDAS TÍPICAS, CULTURA, ETC

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 FOTO DO PREFEITO DE ITAPETIM - PE

  Atual Prefeito do Município de Itapetim

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PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAPETIM

 

Rua Major Cláudio Leite, s/n

CEP: 56720-000

Fone: (87) 3853 – 1374 / 1138

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DADOS GERAIS:

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População: 14.207

 

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Área: 405 m².

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Região: Mesorregião do Sertão.

 

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Microrregião do Pajeú

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Localização: Distante 416 km da Capital.

 

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Dia de Feira: Quinta-feira.

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Limites: Ao norte com estado da Paraíba, ao sul com São José do Egito, a leste com o estado da Paraíba, a oeste com Brejinho e São José do Egito.

 

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Acesso: PE-263, BR-110, PE-275, PE-280, BR-110 E BR 232 (via Sertânia).

 

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Atividades Principais: Agricultura e comércio.

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História do município

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Dados históricos e geográficos do município de Itapetim – PE

DADOS HISTÓRICOS: (origem)

 

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Na segunda metade do Século XVIII, quando nesta região só habitavam os índios BABICOS, chagaram os portugueses Pedro Mendez de Barros e Manoel Inácio da Cunha, os quais se fixaram na terra, dedicando-se ao cultivo de milho, feijão, mandioca, batata-doce, e criação de gado.

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No dia 1º de janeiro de 1798 os portugueses Pedro Mendez e Manoel Inácio doaram as terras do Rio Pajeú à corporação da Mão Morta da Diocese de Olinda – PE.

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Denominação

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A atual cidade de ITAPETIM teve em passado remoto o original nome de UMBURANAS, em conseqüência da existência de muitas árvores do mesmo nome, aonde os homens em face de uma travessia aqui existente costumavam utilizar a sombra das citadas árvores para repousos e fazerem suas trocas comerciais.

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Pelo Decreto n.º 92  de 31 de Março de 1928, o povoado de Umburanas passou a chamar-se SÃO PEDRO DAS LAGES.

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Em 31 de Dezembro de 1943, em face da coincidência de nome com uma cidade do Estado de São Paulo, pelo Decreto-Lei n.º 952 foi alterado o nome da VILA DE ITAPETININGA para o seu nome atual ITAPETIM.

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PRIMEIRA MISSA

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A primeira missa foi celebrada pelo Padre Manoel Gomes da Fonseca, vigário da paróquia de São José da Ingazeira (São José do Egito), acompanhada do Frei José Ibiapina, no dia 25 de Março de 1878.

 

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Frei José Ibiapina

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PRIMEIRA CAPELA

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A primeira capela foi construída em 1890, pelo Padre Manoel Gomes, vigário de São José do Egito. A atual Igreja Matriz foi iniciada sua construção em 1914, pelo Padre José Guerel e só muitos anos depois concluída pelo Padre João Leite.

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CRIAÇÃO DA PARÓQUIA

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A paróquia de São Pedro das Lages foi criada em 1927, tendo como primeiro vigário o padre João Leite de Andrade, nomeado pelo então Bispo de Pesqueira D. José Lopes.

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 Padre João Leite e seus colegas no retiro

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Túmulo de Padre João Leite


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Pontos turísticos

 

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BEM TANGÍVEL

Municipio : Itapetim

Denominação: Primeiro Cruzeiro

Localizado: Sítio Viração

Outras Informações: Construído pelo Frei Biapina em 1860

 

 

 



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BEM TANGÍVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Pedras com inscrições.

Localização: Sítio Cacimba Salgada

Descrição: Grafismo rupestre.

Proprietário: Luiz Soares

Outras informações: Conhecida como “pedra dos índios”.

 

 

 

 

 

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BEM TANGÍVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Pedras com inscrições.

Localização: Sítio Floresta

Descrição: Grafismo rupestre.

Proprietário: Pedro Vieira de Amorim.

Outras informações: Conhecida como “Pedra da Mã”.

 

 

 

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BEM TANGÍVEL

Município: Itapetim.

Denominação: Pedras com inscrições.

Localização: Sítio Pé-de-serra.

Descrição: Grafismo Rupestre.

Proprietário: Assis Cabaceira / Francisco de Assis.

Outras informações: Conhecida como “Pedra do poço”.

 

 

 

 

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BEM TANGÍVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Pedras com inscrições.

Localização: Sitio Bom Sucesso.Sítio Bom sucesso

Descrição: Grafismo Rupestre.

Proprietário: Filhos de José de Inês.

Outras informações: Conhecida como “Pedra do Letreiro”

 

 

 

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BEM TANGÍVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Museu.

Localização: Centro da Cidade.

Descrição: Preservar objetos antigos do município.

Proprietário: Prefeitura Municipal.


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BEM TANGÌVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Lagedo Limpo (Serras)

Localização: Zona Urbana ( ao lado do bairo São José).

Descrição: Paisagem natural.

Proprietário: Prefeitura Municipal.

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BEM TANGÍVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Cruzeiro.

Localização: Serra do Cruzeiro

Descrição: Paisagem natural (Grafismo Rupestre)

Proprietário: Sr. Evaristo/Francisco Santos

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BEM TAMGÍVEL

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Município: Itapetim.

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Denominação: Encontros dos Rio da Boa Vista e Rio do Caramucuqui ( A junção dos rios formam o rio Pajeú.

Localização: Sítio Caramucuqui

Descrição: Paisagem natural.

Proprietário: Maria de Jaime e Noel Marques.

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BEM TANGÍVEL

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Município: Itapetim

Denominação: Ponte do Rio Pajeú

Localização: Na entrada da cidade. ( Na Rodovia do Repente)

a primeira ponte sobre o Rio Pajeú.

 

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BEM TANGÌVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Gruta Nossa Senhora Aparecida.

Localização: Bairro Paulo IV.

Descrição: Paisagem natural.

Proprietário: Paróquia de São Pedro.

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BEM TANGÍVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Igreja Matriz de São Pedro.

Localização: Centro da cidade.

Descrição: Um prédio de arquitetura francesa considerada uma das igrejas mais altas do estado.

Proprietário: Diocese de Afogados da Ingazeira.

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BEM TANGÌVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Gruta Nossa Senhora da Conceição.

Localização: Serra do Cruzeiro.

Descrição:  Abertura (fenda) em rocha.

Proprietário: Sr. Evaristo/Francisco Santos.

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BEM INTANGÌVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Banda de pífanos da goiabeira (os beijaras)/ Babicos das Umburanas (Dança).



Localização: Diretoria de Cultura.

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Descrição: 1°) é uma banda rústica composta de cinco membros; 2°) um grupo de danças folclóricas resgatando toda cultura do município.

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Responsável: 1º) viúva do Sr. Naninho; 2º) Joselma Ferreira Gomes (Dir. Cultura).

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Histórico: 1º) de forma espontânea no inicio dos anos 70; 2º) por incentivo da Diretoria de Cultura.

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BEM INTANGÍVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Culinária / gastronomia.

Localização: Bairros da cidade / zona rural.

Descrição: Arroz mexido, Bode, Bolo de milho, Pamonha, Galinha de capoeira, Tapioca, Canjica, Cocada de batata de umbu, etc.

Histórico: De forma espontânea.

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BEM INTANGÍVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Artesanato.

Localização: Nos bairros da cidade.

Descrição: Utensílios de barro, talha em madeira, arranjos em plástico, bonecos de arame, etc.


Responsável: CODRECIPA (cooperativa), Sr. Tio, Anderson Carlos, Etc.


Histórico: Com a organização da cooperativa de reciclagem de lixo e espontânea vontade dos artesãos locais.

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BEM INTANGÍVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Festas profanas.

Localização: Praça Rogaciano Leite – Centro.

Descrição: Congresso de violeiros, bailes e apresentações culturais, etc.


Responsável: Prefeitura municipal.

Histórico: Em comemoração a emancipação política em 29 de dezembro de 1953.

Descrição: Festival de Poesia Popular, (Tributo à Rogaciano Leite)

Histórico: O Festival de Poesia Popular é um evento de vertente Cultural que dá ênfase a rimas e métricas, cantadas e declamadas. O codinome do Festival exímio poeta nascido em terra pajeuzeira pernambucana, Sítio Cacimba Nova, dentro do município de Itapetim no dia 01 de julho de 1920 e falecido em 07 de outubro de 1969.

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BEM INTANGÌVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Festas populares; festas de São João e São Pedro.

Localização: Praça Rogaciano Leite – Centro.

Descrição: Bailes, quadrilhas, danças e comidas típicas, etc.

Responsável: Prefeitura municipal / comunidade / igreja.

Histórico: Comemoração feita pela igreja católica antes da emancipação política.

 


 

 

 


 

 

 


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CULTURAS DO MUNICÍPIO

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ARTICULINÁRIA REGIONAL

 

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I – Comidas Típicas:

 

a) Almoço/jantares:

  • Xerém;
  • Pamonha;
  • Mungunzá;
  • Angu;
  • Canjica;
  • Baião-de-dois;
  • Buchada;
  • Galinha de capoeira;
  • Umbuzada;
  • Cuscuz;
  • Sarapatel;
  • Farinha de milho;
  • Fuba;
  • Arroz de festa;
  • Pirão (de boi, de peixe, de galinha);
  • Farinha de mandioca;
  • Papa de leite;
  • Manteiga da terra;
  • Queijo de manteiga;
  • Qualhada;
  • Queijo de qualho;
  • Tripa assada;
  • Mocotó;
  • Arroz doce;
  • Farinha de castanha.
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B) BOLOS/DOCES/BOLACHAS:

 

  • Bolo pé-de-moleque;
  • Bolo de caco;
  • Bolo de mandioca;
  • Bolo branco (leite);
  • Bolo de macaxeira;
  • Bolo de goma;
  • Bolacha preta;
  • Rapadura;
  • Mel de engenho;
  • Chouriço;
  • Tapioca;
  • Doce de batata de umbu;
  • Cocada de coco;
  • Alfeninho;
  • Quebra-queixo;
  • Caldo de cana;
  • Castanha de caju;
  • Beira-seca;
  • Doce de caju;
  • Doce de mamão;
  • Doce de goiaba;
  • Doce de abacaxi;
  • Doce de jaca.

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II – BEBIDAS TÍPICAS:

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  • Batida (limão, caju, etc.);
  • Catuaba;
  • Cajuada;
  • Cachaça de cabeça;
  • Licor;
  • Quentão;
  • Raizada (pau dentro);
  • Caipirinha;
  • Leite de onça.

 

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ARTEFATOS REGIONAIS

 

  • Corda;
  • Vassoura;
  • Panela de barro;
  • Pote de barro;
  • Quartinha de barro;
  • Carro de boi;
  • Balaio;
  • Chapéu de palha;
  • Chapéu de couro;
  • Cela de cavalo/arreios;
  • Cocho;
  • Cadeira de madeira;
  • Mesa de madeira;
  • Bacia de zinco;
  • Chinelos de couro;
  • Carvão;
  • Telha;
  • Tijolo;
  • Bola de couro;
  • Candeeiro;
  • Chaleira de zinco;
  • Cuia de cabaço;
  • Concha de coco;
  • Tonel de borracha;
  • Tonel de zinco;
  • Fogão de barro;
  • Pilão;
  • Rede de pesca;
  • Tarrafa;
  • Chicote (macaca);
  • Ferrão de boi;
  • Calha de zinco;
  • Colchão de palha;
  • Roupa de couro;
  • Canga de boi;
  • Canquito;
  • Xoque;
  • Lata de zinco;
  • Peneira;
  • Silos de zinco;
  • Colher de pau;
  • Ralador de zinco;
  • Gaiola;
  • Alçapão;
  • Arapuca;
  • Fojo;
  • Quixó;
  • Ancoreta.

 

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BRINQUEDOS:

 

  • Pião;
  • Burrica;
  • Cavalo de pau;
  • Bola de pano;
  • Boneca de sabugo;
  • Baleeira (estilingue);
  • Peteca;
  • Bolador de lata;
  • Balanço de pau;
  • Papagaio (pipa);
  • Ziguezague.

 

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ATIVIDADES FESTIVAS:

 

  • Forró;
  • Vaquejada;
  • Congresso de violeiros amadores e profissionais;
  • Seresta;
  • Cavalhada;
  • Pega de boi;
  • Corrida de jegue;
  • Festas religiosas e profanas;

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ü  Festa do padroeiro São Vicente Ferrer (Distrito de São Vicente);

ü  Festa do padroeiro São Pedro (Sede – Itapetim – PE);

ü  Festa de Nossa Senhora da Piedade (Povoado de Piedade);

ü  Semana da Cultura de Itapetim (Sede – Itapetim – PE);

ü  Festa de emancipação política com o Congresso de Violeiros Profissionais (Sede – Itapetim – PE);

ü  Festa de Reveillon (Distrito de São Vicente).

 

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ARTESANATO:

 

  • Bordado;
  • Crochê;
  • Pintura de tecido;
  • Arranjos de garrafas plásticas;
  • Tapetes de retalho;
  • Talha em madeira.

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BANDEIRA DE ITAPETIM


 

A bandeira de Itapetim foi sancionada pela lei nº15/17, em 06 de setembro de 1971, esta bandeira passou a vigorar como símbolo oficial do município.

Tendo como significado:

O verde representando nossas matas;

O branco representando nosso pacifismo;

O amarelo representando o ouro, símbolo de nossas riquezas minerais;

As estrelas, que são três, representam os três Poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário.

 

Autores: Carlézio Monteiro e Leonaldo Nunes.

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BRASÃO DE ITAPETIM.

 

O Brasão do nosso município tem como significado:

O Sol de brilho intenso caracteriza o sertão;

A Cruz representa a Igreja Matriz;

O Cruzeiro é o símbolo da fé cristã do povo de Itapetim;

O Cacto representa a região seca;

A Vegetação, ao centro, simboliza a fertilidade do solo;

As Pedras soltas revelam o nome de Itapetim;

A cima notamos a bandeira do Município;

A planta do meio e o ramo de algodão, representam as principais culturas do Município;

As Cores azul claro e branco simbolizam o céu e a paz, respectivamente;

Na fita o nome do Município, a data de fundação (esquerda) e de emancipação (direita).

 

E foi idealizado por: Antônio Camilo Costa de Sousa


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Rodovia do Repente

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. RODOVIA DO REPENTE, MERECIDAMENTE!

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De repente, surge assim

Do Ambó a Livramento

A rodovia onde o vento

Canta do começo ao fim

Atravessa Itapetim

Depois, cruza São Vicente

Segue, a Leste, e mais a frente

Chega-se ao término do trecho

Fazendo jus ao desfecho:

“Rodovia do Repente”!

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                 De acordo com a Lei de nº. 13.912, de 19 de novembro de 2009, sancionada pelo governador Eduardo Campos, denomina-se “Rodovia do Repente” o trecho da PE – 263, compreendido entre a localidade de nome Ambó, no município de Itapetim, até o limite da divisa estadual, com o município de Livramento – PB.

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                Ressalte-se que, o nome “Rodovia do Repente” foi uma iniciativa, por sinal muito acertada, do Deputado Alberto Feitosa (PR) e acolhida pelos demais.

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               Essa Lei, tão compatível com o “trecho” nominado, já havia sido aprovada, há muito tempo, pelo estado da emoção e do sentimento de um povo, que se arrepia fácil, com a manifestação sensível da natureza no dom poético. Todavia, essa oficialização ratifica, legalmente, um anseio antigo e merecido, passando a constar, de direito, no mapa poético-geográfico da nação brasileira.

              Ainda nos governos Adelmo Moura e Eduardo Campos, além do asfalto, “clâmide negra do progresso”, como retribuição à confiança e a consciência política da população, serão também duplicadas todas as pontes que interligam a famosa rodovia.

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             Na verdade, essa não é uma mera rodovia. É, pelo seu itinerário acentuado, muito mais parecida com o perfil de uma viola, ou de muitas violas juntas, do que com uma rodovia de fato. E por falar em viola:

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Ela acompanha canção

Do jeito que me acompanha

Meu pão todo ela não ganha

Mas me ajuda no pão

Tem braço, mas não tem mão

Tem boca, mas não tem dente

Tem curvas, mas é somente

Porque tem o corpo lindo

“Geme a viola sentindo

A dor que o seu dono sente”.

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                Eis alguns portadores da poesia cantada ou escrita, que moraram ou que transitaram (alguns ainda o fazem) cotidianamente entre o sítio Ambó e o município de Itapetim: Vital Leite; Antônio Alexandre; João Isidro; Miguel Santos; João Piancó – pai do saudoso e também poeta Antônio Piancó; Fátima Piancó; João Piancó – policial militar na Paraíba e cantador de viola (cantava muito bem por sinal); João Inácio de Lima; Julio de Fonte; Seu Félix; Zé de seu Félix; Manoel de Félix; João Alves – filho de Joaquim Alves; seu Valdemar Alexandre; Zezo Correia; Zezito e Alcides Domingo; Geni de Fonte; Chico Ferreira; Antônio Borges; Zezé da Loteria; Zequinha Rangel; Antônio Nunes Batista – Antônio de João Nunes; Carlinda Nunes; Loudinha de Jacinto de Vital; Saulo Passos; Luiz Ferreira de Lima – Luizão; Alvino José Neto – Alvino de Luizão; Felipe de Neci; Neguinho de Esmeralda; Joaquim de Simão; Donzílio Luiz e irmãos; Pedro Luiz Alexandre de Oliveira – Lula; Paulo de Camilo; Zé Pereira – Pai de Boré; Joaquim Amarelo; Totonho Machado; Fernando Lira; Leonardo Bastião; João, Adalberto, Cabecinha e Zezito de Vital; Novo de Cabecinha; Otacília Batista Patriota; Dedé de Antônio da Serra; Dedezinho Santos; Inácio Augusto; Adelson de Luizão; João Cupira; João Cordeiro; João Jesuino; Jorge Piancó – Jorge de Heli; Edvan Batista – Edvan Soldado; Saulo Passos; Lenelson Piancó; Monique D`Angelo; Francisco Lopes – Chico Barbeiro; Sebastião Ventura Santos – Leão ou Leãozinho; Severino de Jordão; Vicente Alves de Oliveira – Vicente Catita; Manoel do Correio; Inácio Antônio Gomes – Ciê; Marcos Freitas; Zé Santos; Job Patriota; os irmãos Batista – Dimas, Lourival e Otacílio; Pedro Amorim – adotado; entre tantos outros nomes.

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             Agora, partindo da cidade de Itapetim, ladeando duplamente a rodovia, ruma a divisa com Livramento, a gente cita: Otacílio de Marco; Júlio Jordão; Severino Correia; Sinésio e Genésio Macuca – pai e filho; Vicente Preto – Poeta da “Caçada Malassombrada”; Olívio do Livramento; Vitor dos Santos; Sebastião dos Santos; Antônio dos Santos; Jordão; Antônio Batista Filho, Dona Felismina e seus filhos e filhas; Edvaldo Correia – Valdim Correia; Alexandrino José Neto – Dino; Amiraldo Patriota; Vicente de Paula; Sargento Ademar Patriota; Junior de Ademar; Assis Calú; Elias Ferreira – Caxiado; Roberto de Zé Cosmo; Paulo de Braz; Adalberto Sinésio; Severino Ferreira – do sítio Mocambo; Cristiano Leite – Seu Liano; Socorro de Neguim Viana; Luiz Paulino – Luiz de Alaíde; Marcos Nicandro; Mário Lopes; Zenildo – Nenem de Pedro Laurindo; Ananias e Adauto Nunes da Nóbrega; Cloves Paes de Andrade; Clodomiro Paes; Severino Lopes da Silva – Biu Biano; Severino Louro; José Vital de Siqueira – Zé Teimoso; José Ferreira Lucas – Zé de Luquina; Zezé e Eliete de Cazuzinha; Pedro Nunes da Costa – Pedro Nicandro; Raimundo Rodrigues de Oliveira – Raimundo Caetano; José Rodrigues dos Santos – Zé de Louro; Rivani Nunes de Oliveira Souto; Rita de Louro; Josafá Louro; Heleno Louro – pai de Maciel Melo; Beatriz Louro; José Nunes da Costa – Zé Nicandro; José Leite de Siqueira – Zé de Bino; Pedro Laurentino – Pedro Louro; Sandra Rejane Torres de Brito; Everaldo Brito – Fotógrafo; João Machado; Sebastião Paes; Pedro Tenório; Doge Nunes; Gilberto Paulo; Dorgival Ferreira; Fernando Emídio; Neto Laurindo; Jorge Amâncio – Jorge Timbu; Farley de João da Cruz: Jailton Lopes; César de Salvador; Zé Maria Lira; Jotinha Ferreira; Zé Adalberto – autor do livro “No Caroço do Juá” e sobrinho de “Biu Doido”, que é seu tio-avô; Rogaciano Leite – autor do livro “Carne e Alma”, recém-lançado no Recife e em Itapetim pela sua filha, Helena Roraima e Antônio Pereira de Morais – O Poeta da Saudade – que apenas nasceu em Livramento e fixou residência no sítio Jatobá, no município de Itapetim.

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        Mas além dos poetas e poetisas supracitados, outros nomes conhecidos, da poesia, num passado um tanto longevo, também fizeram esse mesmo caminho, a exemplo de Pinto do Monteiro, Manoel Chudu, Canhotinho, Manoel Francisco, Enoque Ferreira, entre outros.

            Contudo, as provas aqui apresentadas não são uma verdade absoluta. Caso paire alguma dúvida, consultem o livro – ITAPETIM “Ventre Imortal da Poesia”, de autoria dos itapetinenses Marcos Roberto e Saulo Passos, bem como outros acervos.

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Mas afinal, essa é ou não é a “Rodovia do Repente”?

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Aqui, nosso objetivo

É ofertar à procura

De notícia e de lazer

Movidos pela leitura

A um site que promete:

Itapetim ponto net

É “água com rapadura”. Assim é “Garapa”!

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Versos: José Adalberto – Poeta do “No caroço do Juá”

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RODOVIA DO REPENTE IIII
(Com repentes)
***
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Viajei pela rodovia do repente
E ao som do meu carro, escutei
Um show de repentes que me fez
A viagem ficar diferente
A poesia ali se faz presente
Para ser lida por passageiros e turistas
A cada quilômetro o amigo motorista
Conhece a arte de um poeta
Parecendo galeria ao céu aberta
Escrita pelas mãos do artista.

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Verso: Amiraldo Patriota

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Redação: José Adalberto – Poeta do “No caroço do Juá”

Pesquisa: José Adalberto e Bernardo.

Fotos: Bernardo

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Dados Historico de Itapetim-PE

Centro da cidade foto antiga

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Fotos novas da cidade

Fotos novas da cidade

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Foto Nova

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Dados gerais

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Localização: Sertão do Pajeú, distante 423 km do Recife.
Área: 216 km2
Solo: Arenoso, pedregoso, rochoso
Relevo: Forte ondulado e montanhoso
Vegetação: Caatinga hiperxerófila
Ocorrência mineral:
Precipitação pluviomética média anual: 641,8 milímetros
Meses chuvosos: Março – Abril
População: 14.491 habitantes
Eleitorado: 11.807 (TRE 2006)
Dia de feira: Quinta-feira
Data de comemoração da emancipação política: 29 de dezembro
Prefeito: Adelmo Alves de Moura
Vice-Prefeito: João Archanjo de Souza

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DADOS HISTÓRICOS DE ITAPETIM- PE.

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Itapetim é um município brasileiro do estado de Pernambuco.

Nos primórdios do século XVIII a região foi habitada por uma tribo indígena denominada Babicos.

Ancestralmente, Itapetim recebeu o nome de Umburanas devido à imensa quantidade de árvores nativas com essa nomeação.

Discorrer sobre a origem histórica desse centro urbanístico é rememorar seus fundadores: tropeiros, almocreves, que transportavam bens tangíveis, principalmente gêneros alimentícios, vindos da localidade Lagoa de Baixo, atual Sertânia, e Flores, em Pernambuco, para Princesa Isabel…

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Itapetim é um município brasileiro do estado de Pernambuco. DADOS HISTÓRICOS

Nos primórdios do século XVIII a região foi habitada por uma tribo indígena denominada Babicos.

Ancestralmente, Itapetim recebeu o nome de Umburanas devido à imensa quantidade de árvores nativas com essa nomeação.

Discorrer sobre a origem histórica desse centro urbanístico é rememorar seus fundadores: tropeiros, almocreves, que transportavam bens tangíveis, principalmente gêneros alimentícios, vindos da localidade Lagoa de Baixo, atual Sertânia, e Flores, em Pernambuco, para Princesa Isabel e Espinharas, na Paraíba.

Homens tangedores de azêmolas,em comboio,conduziam suas tropas fazendo tal percurso,numa viagem expandida, que levava de seis a oito dias ao destino almejado. No transcorrer, realizavam paradas em pontos diversos para seus descansos – e das alimárias. As umburanas, frondosas e de generosa sombra, serviam como lenitivos aos tais recoveiros, e estavam sempre à ribeira do Pajeú.  Ao lado esquerdo do rio, no sítio Rio Limpo (hoje propriedade dos familiares do saudoso João Amaro Cordeiro), ficavam tais árvores de madeira nobre. Os dias foram sucedendo e os mercadores aumentavam em quantidade, tornando-se rotina acamparem por ali para o sistema de trocas de mercadoria.

Em virtude do aumento do trânsito e dos contínuos encontros em tal paragem, surgiu-se um comércio mais pujante: tecidos, louças, jóias,calçados,dentre outros artigos vários,fincaram pé – e assim nasceu a feira das Umburanas,por volta de 1878.

Na segunda metade do século, deu-se a povoação com a chegada de dois portugueses: Pedro Mendes de Barros e Inácio Cunha, que se interessaram por estas plagas,fixando-se para desenvolver  culturas de milho, feijão, mandioca, batata-doce, bem como criação de rebanho bovino, caprino e aves domésticas adaptadas às nossas condições meteorológicas.

Com o passar dos anos, o senhor Amâncio Pereira, um dos primeiros procedentes do lugarejo,vendo o crescimento da população umburanense, e sendo um homem prático, de idéias progressistas,teve a iniciativa de construir uma casa comercial (a primeira de alvenaria,erigida ao lado do rio Pajeú (ainda existente).

Amâncio Pereira José, José Antônio e Virgulino Soares, considerados os fundadores na nascente vila,construíram as primeiras habitações, e lá moraram seus familiares. Religioso ao extremo, incitou às pessoas já climatizadas na terra a conceber uma capelinha, que ficava defronte à casa de “seu” Amâncio, onde hoje está o “Dance Music  Casarão”. Esse pequeno templo permaneceu funcionando até o ano de 1914, quando o Padre José Guerel,da Paróquia de São José do Egito, arquitetou nossa Igreja Matriz de São Pedro das Lages, concluída muito depois pelo Cônego João Leite Gonçalves, o primeiro vigário.

Padre João fixou-se aqui em 1928, tornando-se um dos grandes vultos da nossa história, pela dedicação e amor intransponíveis a este pedaço de terra do Sertão pernambucano. Foi um veemente chefe político sempre ligado as forças políticas da direita. Grande batalhador pela emancipação nossa, fez benefícios na primeira escola, nos Correios, estradas, e que-tais.

Voltando à figura do Padre Guerel. Conta-se que, por problemas sociais  envolvendo seu país de origem, a França, e também forçado pela Primeira Guerra Mundial, ele imigrou para o Brasil. Aqui chegando, abancou-se na cidade de São José do Egito. Trazia consigo dois objetivos básicos: sair ileso de sua nação e edificar uma igreja em louvor a São Pedro, assim como explorar e cultivar a agricultura local. Fazia celebrações periódicas de missas nos arredores. E encontrou o terreno ideal ao seu sonho: Umburanas. O religioso citado morreu de forma trágica a 9 de dezembro de 1915,quando uma barreira de açude que estruturava despencou sobre seu corpo enquanto ele cochilava,sob tal barranco, num pós-almoço.

Em relação ao Padre João Leite Gonçalves, figura ultra carismática, ele nasceu no dia 7 de julho de 1903 no Pajeú. Filho de Cláudio Leite de Andrade e Josefa

Resumir

fonte: WikiPedia

Historia de Itapetim

Aniversário 28 de dezembro
Fundação 1 de março de 1893 (116 anos)
Gentílico itapetinense
Prefeito(a) Adelmo Alves de Moura (PSB)
(20092012)

” A História não é de quem a faz, nem de quem a escreve”

( Mauro Mota )

 

Dados Gerais

População: 14.766

Zona urbana: 7.591

Zona rural: 7.175

Área: 480,0 Km²

Região: Mesorregião do Sertão. Microrregião do Pajeú.

Localização: Distante 421 Km da Capital.

Limites: Ao norte com o estado da Paraíba. Ao sul com São José do Egito, a leste com o estado da Paraíba e a oeste com Brejinho e São José do Egito.

Acesso: PE-263, BR-110, PE-275, PE-280, BR-110.

Perfil Econômico

Atividades principais: Agricultura e o Comércio.

Principais produtos: Feijão, banana, goiaba, milho e castanha de caju.

Fonte IBGE – Censo Demográfico 2000

Cristãos: 97,0%

católicos: 95,7%

evangélicos: 1,3%

FONTE DE INFORMAÇÃO: http://pesquisas.sepal.info/modules.php?name=Municipios&file=article&sid=203

Economia

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.                           Itapetim está localizado no Sertão do Pajeú/Moxotó, região com a economia baseada na agropecuária. Na área há atividades pastoris como a bovinocultura e a caprinocultura; lavouras de subsistência, algodão, cana-de-açúcar e fruticultura. A área rural apresenta uma atividade agrícola mais diversificada onde a produção de frutas é predominante. Outra fonte de economia é o artesanato em madeira, vendido em feiras locais e em outras regiões do Estado.

Solo: Arenoso, pedregoso, rochosoRelevo: Forte ondulado e montanhoso

Vegetação: Caatinga hiperxerófila

Precipitação pluviomética média anual: 641,8 milímetros

Meses chuvosos: Março – Abril

Dia de feira: Quarta-feira

Data de comemoração da emancipação política: 29 de dezembro

Prefeito Atual: Adelmo Moura

Fonte: http://www.pe-az.com.br/municipios

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Itapetim: a cidade que um dia acreditou na riqueza do ouro

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                           Bem próxima à divisa dos Estados de Pernambuco e Paraíba, o município de Itapetim um dia acreditou na riqueza da extração de ouro. Foi nos anos 40, quando uma mina localizada no pacato distrito de Piedade trouxe a esperança (posteriormente não confirmada) de que o nobre metal seria a grande alternativa econômica para aquela região castigada pelas secas. A princípio, todos os moradores da cidade ficaram eufóricos – até porque a mina foi tida como a terceira maior do Brasil. Mas, à medida que as escavações prosseguiam, o sonho da riqueza foi-se desmanchando. Sim, era verdade que ali havia ouro. Porém, um problema se apresentava: a extração era economicamente inviável. A euforia, então, cedeu lugar a um certo desânimo até que, em 1985, a mina foi desativada.

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.                                Da dourada riqueza que chegaria do dia para a noite, ficaram apenas algumas histórias que hoje fazem parte da memória local. Mas, Itapetim não vive somente do passado, ou melhor, não vive só desse passado que foi um sonho. A cidade tem uma rica tradição cultural na qual têm destaque vários poetas populares que se tornaram grandes nomes das poesias oral e escrita do Nordeste brasileiro.Para não citar vários nomes, basta lembrar dois desses poetas que Itapetim exportou para o Nordeste, ambos já falecidos: Rogaciano Leite e Antônio Pereira. O primeiro deixou versos publicados e um dos seus poemas (“Os Trabalhadores”) ficou registrado na Praça de Moscou, da então União Soviética. O segundo mal assinava o nome, nunca deixou o sítio onde nasceu, mas os seus versos ganharam o mundo.

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.                                  No local onde hoje fica a cidade de Itapetim, existiu uma povoado denominado Umburanas – nome de uma árvore muito comum na região, onde realizava-se uma pequena feira-livre.

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.                                 O povoado também foi denominado São Pedro das Lajes e tornou-se distrito sob a denominação de Itapetininga.

.                                O nome Itapetim foi dado através de decreto-lei, a 31 de dezembro de 1943. Itapetim foi elevado à categoria de cidade a 29 de dezembro de 1953, desmembrado do município de São José do Egito, e o município foi instalado a 01 de junho de 1954.

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Na segunda metade do século, deu-se a povoação com a chegada a essa região de dois portugueses, Pedro Mendes de Barros e Inácio Cunha, que se enteressaram por essas terras e logo se fixaram por aqui, dedicando-se à agricultura.

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.                         Desenvolveram o cultivo do milho, feijão, mandioca, batata doce, bem como a criação de rebanhos bovinos, caprinos, além de criação de aves caseiras (galinha, perú, e guiné).

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.                       Com o passar dos anos, o sr. Amâncio Pereira, um dos primeiros habitantes deste povoado, vendo o crescimento da população das Umburanas e sendo um homen de idéias avançadas e progressistas teve a iniciativa de construir uma casa comercial (a primeira casa de alvenaria dessa localidade). Este foi o primeiro ponto comercial construido ao lado do rio pajeú (ainda existente).

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.                           Amâncio Pereira José, José Antônio e Virgulino Soares, considerados os fundadores do povoado das Umburanas construíram suas primeiras casas de alvenaria e de taipa no local da atual cidade de Itapetim.

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.                                Uma casa de alvenaria e duas de taipa deram início a fundação do povoado das umburanas, que com os anos foi pouco a pouco se desenvolvendo e tornando-se uma cidade de progresso no vale do pajeú.

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Nas três casas iniciais, residiam as famílias dos seus fundadores.

” A História não é de quem a faz, nem de quem a escreve”

( Mauro Mota )

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FONTE: texto extraído do livro(Itapetim- histórias de seu povo) (Co-Autoria: Benones Lopes “professor” e Inácio Ciê Gomes).

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Janeiro de 1993.

Nos primórdios do século XVIII a região foi habitada por uma tribo indígena denominada Babicos.

Ancestralmente, Itapetim recebeu o nome de Umburanas devido à imensa quantidade de árvores nativas com essa nomeação.

Discorrer sobre a origem histórica desse centro urbanístico é rememorar seus fundadores: tropeiros, almocreves, que transportavam bens tangíveis, principalmente gêneros alimentícios,vindos da localidade Lagoa de Baixo,atual Sertânia, e Flores, em Pernambuco, para Princesa Isabel e Espinharas,na Paraíba.

Homens tangedores de azêmolas,em comboio,conduziam suas tropas fazendo tal percurso,numa viagem expandida, que levava de seis a oito dias ao destino almejado. No transcorrer, realizavam paradas em pontos diversos para seus descansos – e das alimárias. As umburanas,frondosas e de generosa sombra, serviam como lenitivos aos tais recoveiros,e estavam sempre à ribeira do Pajeú. Ao lado esquerdo do rio,no sítio Rio Limpo (hoje propriedade dos familiares do saudoso João Amaro Cordeiro), ficavam tais árvores de madeira nobre. Os dias foram sucedendo e os mercadores aumentavam em quantidade, tornando-se rotina acamparem por ali para o sistema de trocas de mercadoria.

Em virtude do aumento do trânsito e dos contínuos encontros em tal paragem,surgiu-se um comércio mais pujante: tecidos,louças,jóias,calçados,dentre outros artigos vários,fincaram pé – e assim nasceu a feira das Umburanas,por volta de 1878.

Na segunda metade do século,deu-se a povoação com a chegada de dois portugueses: Pedro Mendes de Barros e Inácio Cunha, que se interessaram por estas plagas,fixando-se para desenvolver culturas de milho, feijão, mandioca, batata-doce, bem como criação de rebanho bovino, caprino e aves domésticas adaptadas às nossas condições meteorológicas.

Com o passar dos anos,o senhor Amâncio Pereira,um dos primeiros procedentes do lugarejo,vendo o crescimento da população umburanense,e sendo um homem prático, de idéias progressistas,teve a iniciativa de construir uma casa comercial (a primeira de alvenaria,erigida ao lado do rio Pajeú (ainda existente).

Amâncio Pereira José,José Antônio e Virgulino Soares,considerados os fundadores na nascente vila,construíram as primeiras habitações, e lá moraram seus familiares. Religioso ao extremo,incitou às pessoas já climatizadas na terra a conceber uma capelinha, que ficava defronte à casa de “seu” Amâncio,onde hoje está o “Dance Music Casarão”. Esse pequeno templo permaneceu funcionando até o ano de 1914, quando o Padre José Guerel,da Paróquia de São José do Egito,arquitetou nossa Igreja Matriz de São Pedro das Lages, concluída muito depois pelo Cônego João Leite Gonçalves, o primeiro vigário.

Padre João fixou-se aqui em 1928, tornando-se um dos grandes vultos da nossa história, pela dedicação e amor intransponíveis a este pedaço de terra do Sertão pernambucano. Foi um veemente chefe político sempre ligado as forças políticas da direita. Grande batalhador pela emancipação nossa, fez benefícios na primeira escola, nos Correios, estradas, e que-tais.

Voltando à figura do Padre Guerel. Conta-se que,por problemas sociais envolvendo seu país de origem, a França, e também forçado pela Primeira Guerra Mundial,ele imigrou para o Brasil. Aqui chegando, abancou-se na cidade de São José do Egito. Trazia consigo dois objetivos básicos: sair ileso de sua nação e edificar uma igreja em louvor a São Pedro,assim como explorar e cultivar a agricultura local. Fazia celebrações periódicas de missas nos arredores. E encontrou o terreno ideal ao seu sonho: Umburanas. O religioso citado morreu de forma trágica a 9 de dezembro de 1915,quando uma barreira de açude que estruturava despencou sobre seu corpo enquanto ele cochilava,sob tal barranco, num pós-almoço.

Em relação ao Padre João Leite Gonçalves,figura ultra carismática,ele nasceu no dia 7 de julho de 1903 no Pajeú. Filho de Cláudio Leite de Andrade e Josefa Gonçalves de Andrade. Ao cursar o primário, descobriu sua vocação para o sacerdócio,demonstrando aos seus familiares o desejo de estudar Teologia. Entrou para o Seminário de Pesqueira,concluindo o Ginásio e o Clássico. Em seguida,deu um passo importantíssimo,ingressando no Seminário de Olinda, onde finalmente cursa Filosofia e Teologia – fato que culminou com sua ordenação plesbiterial realizado por Dom José Antônio de Oliveira Lopes,no dia 2 de abril de 1927. Já como padre,iniciou seus trabalhos religiosos na cidade de Buíque-PE, e, em seguida,em Pedra de Buíque. Mediante as labutas exemplares,foi convocado pelo Bispo da Diocese de Pesqueira para ser seu secretário. Finalmente, realiza sua paixão anorável de servir a seu povo na terra natal. Nomeado vigário da Paróquia de São Pedro das Umburanas no dia 4 de janeiro de 1928, assumiu-a,em definitivo,no dia 09 do mesmo mês.

Ele preencheu uma grande pauta de atividades prestadas à nossa gente. Mais que religioso,foi um político que lutou com garra por cada obra que surgiu aqui – e que deixou sua marca indelével. Doou 42 anos de sua digníssima vida a Itapetim,falecendo a 1 de dezembro de 1969.

Voltando às priscas eras itapetinenses. A celebração da primeira missa aqui,foi conduzida pelo padre Manoel Gomes,da paróquia de São José da Ingazeira, hoje São José do egito, juntamente com Frei Ibiapina da Ordem dos Franciscanos. Eles foram hospedados na casa de três vitalinas, que exibiram aos religiosos uma imagem de São Pedro,encontrada numa gruta de pedra alteada pelos portugueses nossos pioneiros. Em homenagem,Ibiapina batizou a Capela de São Pedro, que, mais tarde,seria o padroeiro de nossa urbe.

Denominações

O primeiro nome de Itapetim foi Umburanas,pelo fator já descrito. Quarenta e três anos depois do início do povoamento, chamou-se São pedro das Lages,pelo decreto nº 92 de 31 de março de 1928. Passada uma década,pela Lei nº 235 de 9 de dezembro de 1938,já na categoria de Vila,nomear-se-ia Itapetininga,permanecendo apenas a Paróquia com o nome primevo. Em 31 de dezembro de 1943 pelo Decreto-Lei n° 952 foi novamente alterado o nome devido a uma cidade homônima do interior de São Paulo. A partir desta data,o município passou definitivamente ao nome atual,pela Lei nº 1818 de 29 de dezembro de 1953,Itapetim torna-se Município,ficando desmembrado,graças a DEUS!,de São José. Na época,o governador de Pernambuco era o Dr. Etelvino Lins de Albuquerque e o projeto foi apresentado à Assembleia Legislativa pelo então deputado Manoel Santa Cruz Valadares e impulsionado pelo seu companheiro Walfredo Paulino de Siqueira,ambos de São José do Egito. vale salientar que Valadares foi o primeiro juiz da Comarca de Itapetim.

Em 1º de junho de 1954,em sessão presidida pelo Padre João leite,no grupo Escolar Dom José Lopes,onde funcionou provisoriamente a Prefeitura Municipal,foi inaugurada a instalação do município com a posse do 1º prefeito nomeado,Francisco José de Maria (“Chico Santos”). Ele teve um mandato de 18 meses. (Texto elaborado,com algumas alterações vocabulares,a partir do original do Professor Benones Lopes,retirado do livro “ITAPETIM: histórias de seu povo”,por Paulo Patriota em 25 de Maio de 2006.)

OS  PRIMEIROS DE ITAPETIM Por Adalva Bezerra

A primeira cisterna d’água,pertencente a Juvêncio Bezerra da Silva,foi construída em 1932 por Otaviano França;

A primeira capela foi instalada na hoje Praça Rogaciano Leite.

A primeira telegrafista dos Correios,foi Dona Júlia Malta.

O primeiro major da polícia,foi Pedro Malta e o primeiro capitão,o Sr. José Malta.

.                  Os primeiros agricultores que começaram as atividades agrícolas foram: Zé Paulino,Pedrinho Pereira,João Ritinha,José Ritinha,José Nunes,Izidro Paes,Delfino Alves,Zezinho Santos,Odilon Alexandre,João Lêla,João Alves,Manoel Laureano,Juvino da Penha,Chico Santos,Joaquim de Fonte,Paulo Nunes,Antônio Delfino,Serafim Piancó,Manoel Garra,Pedro Batista,Antônio Lopes de Souza,Seu Nobelino,entre outros.

O primeiro enterro no Cemitério foi o de uma moça chamada Agda.

O primeiro motor que proporcionaria energia elétrica em nossa cidade chegou em 1942. Era ligado diariamente pelo Sr. Biu Cardoso,a partir das 18:00 horas até as 22:00 horas.

                       O primeiro barbeiro que instalou ponto comercial no centro da então Umburanas,foi o popular José Barbeiro,juntamente com sua esposa,Dona Regina.

                       As primeiras bordadeiras foram: Matildes Lourdes Correia,Maria de Albino,Maria das graças. As primeiras alunas: Maria José Rêgo Lopes,Socorro Ventura,Adalgisa Ricardo,Lourdes Marques,entre outras.

.                            Os primeiros comerciantes de lojas de tecidos foram: Juvêncio Bezerra,oriundo de Belo Jardim-PE,José Rêgo Monteiro e Aderbal,seu filho,que vieram de Teixeira-PB,João Leão,Simão Leite,entre outros.

.                           Os primeiros alfaiates foram: Pedro e Manoel Malta (conhecido popularmente por Nezinho Malta).

.                         As primeiras mercearias,tradicionais bodegas,pertenciam às seguintes pessoas: Lucas Ricardo,João Ricardo,Joaquim Mariano,Joaquim Gomes,Luiz Rocha e Pedro Balbino da Silva.

Os primeiros comerciantes de cereais foram: Juvino da Penha,Pedro Balbino da Silva,João Lêla,Anatólio Rêgo Monteiro,dentre outros.

.                         As primeiras farmácias de Itapetim tinham como proprietários,Francisco Maginário,o “Pai Xixi”,Miguel Maginário,Otaviano Correia e João dos Passos.

.                        O primeiro posto de gasolina foi instaurado por Diógenes Paes da Silva,nos anos 60. A primeira loja de auto peças também,em 1970.

.                              Os primeiros missangueiros foram: Sebastião Marques,Severino “Pai Velho”,João Lucas,Cosme de Elizeu e Manoel.

.                            A primeira costureira renomada foi a Senhora Teresa Torres,esposa de José Costa Grande.

                        As primeiras hoteleiras que faziam doces,cocadas,beiras-secas,pés-de-moleque,bolos,entre outras iguarias,foram: Amara Patriota,Rita Batista,Dona Balbina e Ritinha de José Gongol.

.                          A primeira padaria de Itapetim pertencia ao Sr. Francisco Santos,conhecido por “Seu Branco”,e funcionava na Rua Juvino Leite.

Os três primeiros tabeliões foram: Zuza de Deus,sua filha Terezinha de Deus e Raquel Nunes de Araújo,filha de João Nunes.

As primeiras parteiras: Maria Silva,Dona Bolipinha e Teresa Soares.

Os primeiros sapateiros foram: Seu Paizinho e Antônio Machado.

                         As primeiras professoras formadas,que vieram do Recife para Itapetim foram: Carolina Barbosa da Silva,Isnar de Moura,Rosa,Juraci Mirian e Ida Lira. As primeiras professoras formadas,filhas da terra,foram: Júnia Bezerra,Hilda Leite,irmã de Pe. João Leite,Anísia Bezerra de Farias. Quando Itapetim ainda era Vila,os primeiros professores não-formados foram: Maria Correia,Otacília Patriota,Seu Vicente e Pedro Nunes.

.                      O primeiro carteiro de Itapetim foi Rangel,o popular João Grilo.

.                      Os primeiros atendentes na área de Medicina,mesmo não-formados foram: Juvino Leite,Oliveira Lopes e Juvêncio Bezerra.

.                      Os primeiros médicos formados,advindos do Recife,foram: Dr. Clístenes Péricles Leal e o popular “Língua de Aço” (pelo hábito de lidar com bois).

.                      A primeira equipe de futebol teve como fundador Pedro Nunes,exibindo como destaques os jogadores: João Grilo,Alfredo Borges,Eugênio Nunes,João I e João Pequeno (irmãos),Zezo Correia Patriota (José Maria Filho),Messias Rocha,Orlando Grilo e João de Xixica.

.                       A primeira locutora de difusora,que funcionava onde hoje é a Casa Paroquial,foi a Senhora Gesumira Venceslau de Farias.

.                      Os primeiros seresteiras da Vila de Umburanas foram: Jaime Ventura,José Malta,que tocavam violão; Francisquinho,que tocava e cantava,e Quinquinho de Possidônio,que tocava saxofone.

.                    Os primeiros organizadores de eventos,como: shows,teatros,bailes e coisas do gênero foram: Otacília Patriota e suas alunas Anísia,Judite,Júnia e Adalva,da família Bezerra,Juberlita Costa,Luiza Nino,Jacimã Leite,Doroteia Batista,Alnita Batista,Angelita Costa,Antônio Tavares,Julieta Malta,entre outras,que realizavam apresentações em Desterro e São José do Egito.

.                      O primeiro automóvel que chegou a Itapetim foi um calhambeque pertencente a Serafim Piancó.

               O primeiro mecânico de veículos foi o Sr. Oswaldo Silva,casado com Dona Gigi,irmã de Seu Geraldo Mariano.

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.                    Os primeiros carnavais foram organizados pelos músicos: Albino Alves e Miguel Alves da Costa,que tocavam pistom; Ernesto Lino,João Bom e Alberto Nunes,que tocavam clarinete; José Gongol,que,além de maestro,tocava tuba. Como foliões,participavam Aderbal Rêgo Monteiro,Tim Rêgo,João Ricardo,Otaviano Correia,Antônio Correia,Geraldo Marques,Luiz Sousa Lima,Geraldo Mariano; as foliãs: Alaíde Leite,Gesumira Venceslau,Adalva Bezerra,Júnia Bezerra,Giselda Alves Nogueira,Terezinha Vilar do Rêgo (Teca de Jacinto),Vilani Patriota,Lourdes Marques Bezerra,Maria José Lopes Rêgo (Dona Mazé de Tim),Luiz Nino,Djaly Paes da Silva,Alzira Costa,Lizete Patriota,Madá Patriota,Sueli Davi,Juvita Costa… Tudo ocorria no saudoso “Salão Grande”,onde hoje existe um prédio moderno,mas inativo.

.                       As primeiras bolandeiras de algodão pertenceram a Leocádio Rocha e Joaquim de Fonte.

Fonte : http://itapetim-historia.blogspot.com/

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Geografia

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Localiza-se a uma latitude 07º22’42” sul e a uma longitude 37º11’25” oeste, estando a uma altitude de 637 metros. Local onde nasce o rio Pajeú, afluente do rio São Francisco. Terra, berço dos grandes poetas repentistas, dentre eles os irmãos Batista e Rogaciano Leite. Sua população estimada em 2004 era de 14 308 habitantes.

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Possui uma área de 409,82 km².

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As atividades econômicas principais são a agricultura, com as lavouras permanentes de castanha de caju, sisal ou agave, laranja, banana, goiaba e manga e as lavouras temporárias de batata doce, cana de açúcar , feijão, mandioca, milho e tomate. Outras atividades relevantes são a pecuária e o comércio.

Os Pioneiros de Itapetim-PE

 

 

” a História não é de quem a faz, nem de quem a escreve” (Mauro Mota)

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Colaboração: Adalva Bezerra Lopes

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A primeira cisterna d’água, pertencente a Juvêncio Bezerra da Silva, foi construída em 1932 por Otaviano França;

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A primeira capela foi instalada na hoje Praça Rogaciano Leite;

 

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A primeira telegrafista dos Correios, foi Dona Júlia Malta;

 

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O primeiro major da polícia, neste município, foi Pedro Malta e o primeiro capitão, o Sr. Manoel Malta;

 

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Os primeiros agricultores que começaram as atividades agrícolas foram: Zé Paulino, Pedrinho Pereira, João Ritinha,José Ritinha,José Nunes,Izidro Paes,Delfino Alves,Zezinho Santos,Odilon Alexandre,João Lêla,João Alves,Manoel Laureano,Juvino da Penha,Chico Santos,Joaquim de Fonte,Paulo Nunes,Antônio Delfino,Serafim Piancó,Manoel Garra,Pedro Batista,Antônio Lopes de Souza,Seu Nobelino,entre outros.

 

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O primeiro enterro no Cemitério foi o de uma moça chamada Agda.

 

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O primeiro motor que proporcionaria energia chegou a Itapetim em 1942. Era ligado diariamente pelo Sr. Biu Cardoso, a partir das 18:00 horas até as 22:00 horas.

 

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O primeiro barbeiro que instalou ponto comercial no centro da então Umburanas, foi o popular José Barbeiro,juntamente com sua esposa Dona Regina.

 

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As primeiras bordadeiras de Itapetim foram: Matildes Lourdes Correia, Maria de Albino, Maria das graças.

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As primeiras alunas: Maria José Rêgo Lopes, Socorro Ventura, Adalgisa Ricardo, Lourdes Marques, entre outras.

 

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Os primeiros alfaiates foram: Pedro e Manoel Malta  conhecido popularmente por Nezinho Malta.

 

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Os primeiros comerciantes de Itapetim, estabelecidos com lojas de tecidos foram: Juvêncio Bezerra, oriundo de Belo Jardim, José Rêgo Monteiro e Aderbal, seu filho, que vieram de Teixeira-PB,João Leão,Simão Leite,entre outros.

 

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As primeiras mercearias, tradicionais bodegas, pertenciam às seguintes pessoas: Lucas Ricardo, Sebastião Ricardo, João Ricardo, Joaquim Mariano, Joaquim Gomes, Luiz Rocha e Pedro Silva.

 

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Os primeiros comerciantes de cereais foram: Juvino da Penha, Pedro Balbino da Silva, João Lêla,Anatólio Rêgo Monteiro,dentre outros.

 

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As primeiras farmácias de Itapetim pertenciam a Francisco Maginário,conhecido popularmente como “Pai Xixi”,Miguel Maginário,Otaviano Correia e João dos Passos.

 

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O primeiro posto de gasolina foi de Diógenes Paes da Silva, nos anos 60. A primeira loja de auto peças também,em 1970.

 

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Os primeiros missangueiros foram: Sebastião Marques, Severino (Pai Velho), João Lucas, o Sr. Cosme de Elizeu e o sr. Manoel.

 

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A primeira costureira renomada foi a Sra. Teresa Torres, esposa de José Costa Grande.

 

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As primeiras hoteleiras que faziam doces, cocadas, beiras-secas, pés-de-moleque, bolos,entre outras iguarias,foram: Amara Patriota,Rita Batista,Dona Balbina e Ritinha de José Gongol.

 

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A primeira padaria de Itapetim pertencia ao Sr. Francisco Santos, conhecido popularmente por “Seu Branco”,e funcionava na Rua Juvino Leite.ras.

 

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Os três primeiros tabeliões foram: Zuza de Deus, sua filha Terezinha de Deus e Raquel Nunes de Araújo,filha de João Nunes.

 

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As primeiras parteiras: Maria Silva, Dona Bolipinha e Teresa Soares.

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Os primeiros sapateiros foram: Seu Paizinho e Antônio Machado.

 

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As primeiras professoras formadas, que vieram do Recife para Itapetim foram: Carolina Barbosa da Silva, Isnar de Moura, Rosa, Juraci Mirian e Ida Lira.

 

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As primeiras professoras formadas, filhas da terra, foram: Júnia Bezerra, Hilda Leite, irmã de Pe. João Leite, Anísia Bezerra de Farias. Quando Itapetim ainda era Vila, os primeiros

 

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professores não-formados foram: Maria Correia,Otacília Patriota,Seu Vicente e Pedro Nunes.

 

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O primeiro carteiro de Itapetim foi Rangel, o popular João Grilo.

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Os primeiros atendentes na área de Medicina, mesmo não-formados (chamados charlatões), foram: Juvino Leite, Oliveira Lopes e Juvêncio Bezerra.

 

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Os primeiros médicos formados, oriundos do Recife, foram: Dr. Clístenes Péricles Leal e o médico que ficou popularmente conhecido como: “Língua de Aço” (pelo hábito de lidar com bois).

 

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A primeira equipe de futebol teve como fundador Pedro Nunes, exibindo como destaques os jogadores: João Grilo, Alfredo Borges,Eugênio Nunes,João I e João Pequeno (irmã os),Zezo Correia, Messias Rocha,Orlando Grilo e João de Xixica.

 

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A primeira locutora da difusora de Itapetim, que funcionava onde hoje é a Casa Paroquial, foi a sra. Gesumira Venceslau de Farias.

 

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Os primeiros seresteiros da Vila de Umburanas foram: Jaime Ventura, José Malta, que tocavam violão; Francisquinho,que tocava e cantava,e Quinquinho de Possidônio,que tocava saxofone.

 

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Os primeiros organizadores de eventos, como: shows, teatros, bailes e coisas do gênero foram:

Otacília Patriota e suas alunas Anísia,Judite,Júnia e Adalva da família Bezerra,Juberlita Costa,Luiza Nino,Jacimã Leite,Dorotéia Batista,Alnita Batista, Angelita Costa,Antônio Tavares,Julieta Malta,entre outras,que realizavam apresentações em Desterro e São José do Egito-PE.

 

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O primeiro automóvel que chegou a Itapetim foi um calhambeque pertencente a Serafim Piancó.

 

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O primeiro mecânico de veículos foi o Sr. Oswaldo Silva, casado com Dona Gigi,irmã de Seu Geraldo Mariano.

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Os primeiros carnavais de Itapetim foram organizados pelos músicos: Albino Alves e Miguel Alves da Costa, que tocavam piston; Ernesto Lino, João Bom e Alberto Nunes, que tocavam clarinete; José Gongol, que, além de maestro, tocava tuba. Como foliões, participavam Aderbal Rêgo Monteiro, Tim Rêgo, João Ricardo, Otaviano Correia, Antônio Correia, Geraldo Marques, Luiz Sousa Lima, Antônio Souza Lima, Geraldo Mariano e as foliãs: Alaíde Leite, Gesumira Venceslau,Adalva Bezerra,Júnia Bezerra,Giselda Alves Nogueira,Terezinha Vilar do Rêgo (Teca de Jacinto),Vilani Patriota,Lourdes Marques Bezerra,Maria José Lopes Rêgo (sra. Mazé de Tim),Vilani Patriota,Lourdes Marques Bezerra,Giselda Alves Nogueira, Luiz Nino,Dejali Paes da Silva,Terezinha Vilar Rêgo,Alzira Costa,Lizete Patriota,Madá Patriota,Sueli Davi,Juvita Costa, entre outras. Tudo ocorria no “Salão Grande”, na rua Juvino Leite.

 

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O primeiro Juiz de Direito da comarca de Itapetim foi: Manoel

da Santa Cruz Valadares.

 

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As primeiras bulandeiras de algodão pertenceram a Leocádio Rocha e Joaquim de Fonte.

 

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A primeira serigrafia foi montada por Janduy Malta (filho de Nezinho Malta) em 1984, onde Hoje funciona a rádio comunitária “PEDRAS SOLTAS”.

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A primeira casa de discos foi montada por Francisco de Assis Gonçalves (Chico de Laura ) Chamava-se (DISCO CHIC)

 

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A primeira Danceteria (boite Noturna) foi de Armando Leite.

 

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NOTA: Quem souber de mais pioneiros itapetinenes, e queira colaborar com o site, é só mandar um e-mail com os dados que serão acrescentados. Obrigado.

Nascente do Rio pajeú .

Nascente

Uma das Nascente

O Rio Pajeú nasce na chapada de BORBOREMA no maciço dos Cariris Velho Serra da Balança- entre (PE/PB) ..

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RIO PAJEÚ

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Pajeú:

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Segundo dicionarista Aurélio ,pajeú (pajhú); vocábulo brasileiro, singular, Masculino, e nome de uma planta da família das poligonáceas, gênero Triplaris –teme com Sinônimo pajeuzeira, singular feminino e em Pernambuco e designação de Instrumentos de cutelaria, fabricados no sertão do pajeú. No nordeste, pajeú e grande faca longa e estreita de ponta fina de cabo de chifre em forma de anéis de cor branca e preta, também chamada Pajeuzeira, bem como faca de ponta Lambedeira,( ETC)

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1. Fonte de Pesquisa:IBGE

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O Rio Pajeú nasce na chapada de BORBOREMA no maciço dos Cariris Velho Serra da Balança-entre (PE/PB ) divisor de águas, no município de Brejinho.
Localidade: Sítio brejinho dos Ferreira, propriedade do SR Agenor Ferreira dos Santos. O Sítios Brejinho dos Ferreira fica 8 KM de distância da cidade de Brejinho o Local onde o rio nasce é um branco escuro com muitas pedras soltas e Avermelhadas, quando a temperatura baixa e chove brejinho começa a minar.

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Da nascente a aproximadamente 400 metros tem o1º açude depois o rio continua o Percurso em direção leste cruzado a BR 110 em placa de piedade, a 5 KM da cidade de Brejinho e segundo entrado no município Itapetim.

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Até 1963, a nascente do Rio Pajeú constava na Serra da Balança no município de Itapetim (brejinho antes pertencia ao município de Itapetim )em 1964 brejinho tornou-se município, desmembrando-se de Itapetim.

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A nascente do rio Pajeú que ate 1963 figura parte da estória de Itapetim, passou a pertencer a historia de brejinho desde 1964.

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2 )Fonte de pesquisa: Dere de Afogado da Ingazeira

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O Rio pajeú nasce na Serra da Balança, no município de Itapetim. Localidade: Sitio Pimenteira, propriedade do Sr. Luiz Herculano a 8Km, aproximadamente, da cidade de Brejinho, indo pela BR 110, entrando depois da Ponte de Placa da Piedade, passando por Piedade, em direção Leste – no município de Itapetim.
Da residência do Sr. Luiz Herculano à nascente do Rio, o percurso é de 2 km e tem 2 açudes.
O local onde o rio nasce está e tem aparência de um pequeno riacho, que juntando a outros riachos um pouco abaixo dos açudes formam o leito do rio que desce em direção à cidade de Itapetim.

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Click aqui veja vídeo e saiba mais sobre a nascente do Rio em de Brejinho -PE

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Foto: Professor Adealdo Nunes.

ASPECTOS INSTITUCIONAIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAPETIM

End. : Rua Major Claudio Leite, sn CEP: 56720-000 Fones: (87) 3853.1191/1853 Fax: (87) 3853.1156

PREFEITO: ADELMO ALVES DE MOURA (PSB) [Reeleito]

VICE PREFEITO: João Arcanjo de Souza (PSB)

Numero de ELEITORES (2004): 9.663

CÂMARA MUNICIPAL DE ITAPETIM

End.: Rua Francisco Santos, 55 Fone: (87)3853.1203

VEREADORES:

Diógenes Paes da Silva Júnior-PSB

José Romão Pereira Alves-PSB

Carlos Alberto Nunes Leite-PSB

Olavo Mansueto Alves Batista-PSB [Reeleito]

Ivanderlan Alves de Oliveira Jr-PSB [Reeleito]

Edinaldo Alves de Holanda-PSB [Reeleito]

Valdeir Laurentino de Brito-PSB

Wellingthon Carlos Barbosa-PMDB

Francisco de Assis Lopes da Silva-PMDB [Reeleito]

PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE ITAPETIM

Forum Presidente Tancredo Neves

End.: Rua Francisco Santos, 37 Fones: (87)3853.1135/1031

JUÍZE: Luiz Célio de Sá Leite(JS/VU)

ASPECTOS HISTÓRICOS

Desmembrado de: SÃO JOSÉ DO EGITO;

Data de Criação do Município: 29/12/1953

Data Cívica (Aniversário da Cidade): 29/12

ASPECTOS FÍSICOS

Mesorregião: SERTÃO;/

Microrregião: SERTÃO DO PAJEÚ; LIMITES: NORTE:

Estado da Paraíba; SUL: São José do Egito;

LESTE: Estado da Paraíba;

OESTE: Brejinho e São José do Egito;

Área: 409,8km2; Alt Sede: 637m;

Distância da  Capital: 415 kms; Vias: BR232/110 – PE280/275/263;

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