Pedras Em Várias Formas São Econtradas em Itapetim – PE

Tanque em forma de Coração

Pedra que fica na cachoeira do Querqueré  no sítio Prazeres 

Pedra do Sítio Goiana em itapetim - PE (1)

Pedra que fica no Sítio da família de Lica de Fonte

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Pedra que fica as margens da PE 263 no sítio Angico Torto

Pedra do ElefantePedra do Elefante  entre os Sítios Tapera e Cacimba Salgada

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Não é a toa que Itapetim em tupi guarani significa “Pedras Soltas”. Melhor nome para batizar a antiga umburanas  impossível. Elas estão distribuídas por toda parte no município em diversos tamanhos  e formatos.

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Esculpidas pela mãe natureza enriquecem nossa paisagem. Apreciando – as com atenção visualizamos letras esculpidas, formato de coração, sons silimares ao badalo de sino, entre outra curiosidade.

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Amo minha terra natal. Vejo vida no inanimado. Sinto – me feliz  em contato com a natureza.

 

 

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Água Que Jorra do Meio das Pedras em Pleno Sertão.Tanque do Milagre

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Apesar da seca que atinge a região há mais de um ano, fonte de água cristalina é a única alternativa para moradores da zona rural de Itapetim

Tanque do MilagreMesmo sem chuva e cercado de pedras, o Tanque do Milagre verte sem parar.

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          O Semi-Árido nordestino é bastante castigado por fortes estiagens que causa grandes prejuízos para a população, principalmente a falta de água para o consumo humano. A seca que vem assolando a região desde o ano passado já secou a maioria dos reservatórios hídricos existentes, dificultando assim, a vida das pessoas e dos animais.

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           Na zona rural do município de Itapetim no Sertão de Pernambuco, existe uma fonte de água natural que só a natureza tem poder para explicar tanta beleza. Localizada no Sítio Gameleira, o “Olho D’água” como é conhecido se forma a partir de várias cacimbas de águas cristalinas que fluem do meio das rochas situadas dentro da caatinga nordestina. Uma das vertentes mais impressionantes da mina é o “Tanque do Milagre” que permanece cheio o tempo todo. Mesmo que alguém o seque, dentro de pouco tempo ele enche novamente.

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           Uma pesquisa feita pela professora Teresa Pereira dos Santos sobre a história da mina, descobriu-se que os índios foram os primeiros a se beneficiar com a água do manancial. Na época da colonização, os povos indígenas revoltados com a presença dos colonizadores tentaram fechar alguns dos poços da fonte com tornos de madeira retirados das árvores existentes no local.

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          A professora utilizou como fontes de informação para sua pesquisa, moradores mais antigos da comunidade e tem como objetivo levar esse conhecimento para as futuras gerações. “A história do ‘Olho D’água’ foi registrada por pessoas mais antigas daqui, o importante é que esse fato histórico seja repassado para as gerações seguintes”, disse ela.

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          O líquido precioso que sai das fendas rochosas dessa fonte inesgotável está sendo a única alternativa para a população local e os moradores de lugares vizinhos, que usam a água para o consumo humano e para os animais, como afirma a professora. “Essa fonte está sendo literalmente a vida da comunidade de Gameleira e das demais comunidades que estão dependendo dessa água para sobreviver e matar a sede dos animais”, concluiu.

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          O prefeito do município Arquimedes Machado, PSB, visitou a fonte e fez uma parceria com os moradores para levar água encanada para residências rurais. A prefeitura doou todo o material e os moradores doaram a mão-de-obra. Um melhoramento foi feito nos arredores da mina aumentando a vazão do reservatório. A água será conduzida através de um sistema de encanação até uma caixa d’água construída pela prefeitura e de lá será distribuída em adutoras até as casas.

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Texto e fotos: João Paulo Pereira

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Mina de Ouro de Piedade no Município de Itapetim -PE

Foto da Usina da mina

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Nesta domingo (04/08), o site www.itapetim.net esteve em Piedade, Sertãozinho e Pimenteira no município de Itapetim – Sertão de Pernambuco,  visitando as instalações e parte  dos túneis que compreendem a mina de extração de ouro do projeto “Serra do Ouro” localizado no distrito de Piedade.

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A mina foi desativada em 1985. Hoje seus  direitos minerários  são adquiridos pela júnior norte-americana Ardent Mines. A propriedade possui uma área de exploração de cerca de 3,5 mil hectares, entre as cidades de Itapetim – PE e Teixeira – PB. Os depósitos estão em uma zona recortada com presença de ouro em veios altamente mineralizados.

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A Júnior Brasileira Gold Hills, antiga detentora dos direitos minerários da mina, conduziu recentemente alguns levantamentos geofísicos e geoquímicos preliminares na região. De acordo com a Ardent Mines, atual administradora, as pesquisas deram fortes indícios de que a zona do veio principal pode ter um milhão de onças de ouro. Um programa de perfurações já está sendo executado no local.

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A mina foi localizada nos  anos 1940, a mesma era considerada como a terceira maior jazida do Brasil. Atualmente se fala que ela é considerada a quinta maior jazida do Brasil. Na medida em que as escavações avançaram, as expectativas acabaram se esbarrando em problemas de inviabilidade econômica.

 

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Fiquei deslumbrado com o cenário ao acompanhar estudantes da Escola de Referência Teresa Torres (EREMTT)  dois dias atrás. A fascinação foi tanta, que não resisti e retornei, desta vez sozinho. Pena só poder compartilhar com vocês imagens externas da mina, pois, é encantador o seu interior. Lamento poucos conterrâneos terem a  mesma oportunidade que tive. É mais uma nobre riqueza no nosso município, no sertão Pernambucano. Precisamente  trinta anos atrás o repórter Francisco José este na mina fazendo uma matéria para Globo. Quem assistiu a reportagem na época pode conhecer a mina por dentro. 

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Alunos Visitam Local Onde Cangaceiro Foi Morto em Itapetim.

Alunos do EREMTT

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Hoje (27/05), alunos do EREMTT (Escola de Referência em Ensino Médio Teresa Torres), acompanhados pelo  professor Vicente di Paula e  outras pessoas, visitaram dois lugares no Sítio Mocambo – município de Itapetim: O local onde foi morto um cangaceiro e  uma área que segundo o professor está ficando desertificada.

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O  primeiro a ser visitado foi o local onde foi morto o Cangaceiro Zezé Patriota aos 31 anos de idade na divisa entre Pernambuco e Paraíba. O fato ocorreu em 30 de agosto de 1927 pela volante do tenente Alencar.

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O tenente Alencar fazia diligências para pegar o cangaceiro  quando em um dia de feira ao chegar na feira de Umburanas (Itapetim) entre os feirantes encontrou Caboclinho (um irmão de Zezé). Ao ser interrogado se era Caboclinho Patriota o mesmo respondeu que não falando seu nome de batismo, por ser Caboclinho um apelido, o tenente liberou-o. Ele aproveitando o descuido fugiu, mas, em seguida o tenente encontrou o outro irmão do cangaceiro, desta vez, Levino Patriota. O jovem foi espancado e forçado a dizer quais eram os lugares percorridos pelo  seu irmão Zezé Patriota. O tenente seguiu com o grupo até a fazenda São Pedro. Os cangaceiros foram cercados e o tiroteio foi intenso morrendo Bernardo Nogueira (apelidado de Repentista). O tenente continuou sua busca indo ao Sítio Mocambo.

 

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 Mesmo sabendo que a policia estava a sua procura, depois de ter sido avisado, o Cangaceiro  mandou seus homens irem embora falando para seu grupo de cangaceiros  que ia ficar ali para ser morto pelos policiais, pois, em uma troca de tiros numa fazenda, tinha sido alvejado na perna, por causa desse tiro, ele estava com uma doença que em questão dias ou horas morreria. Os policias comandados pelo tenente Alencar ao chegar no local encontrou Zezé Patriota,  certificando-se como o mesmo que se tratava do cangaceiro procurado, deu ordem para os soldados  efetuarem vários disparos contra a Zezé que morreu no local sem reagir. Seu corpo foi buscado por seus  familiares dois dias depois e enterrado no Cemitério João XXIII em Itapetim (antiga Umburanas).

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Os alunos presenciaram depoimentos do Senhor Bernardo que na época morava próximo do local do acontecido e tinha nove anos de idade. O Senhor Bernardo relatou o que ouvia  de pessoas sobre a morte de Zezé. Em seguida, os alunos foram levados pelo professor Vicente até uma área  onde por ser declinada, a água na época das chuvas, leva o solo deixando apenas pedras e um resto de solo branco e arenoso infértil pra criação da caatinga.

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O Ventre da Poesia e o Poeta de “Carne e Alma”

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Casa que nasceu o Poeta Rogaciano Leite no sítio Cacimba Nova município de Itapetim -PE

Rogaciano Leite

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Crônica

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          Ventre Imortal da Poesia – É assim que é conhecida uma pacata cidadezinha do sertão de Pernambuco. Nesse lugar, o dom e a inspiração fazem brotar do meio das pedras e da terra seca uma nobre cultura. Cultura essa, voltada para talentos da arte poética. Dizem que em Itapetim todo mundo é poeta. Usando a força da mente e uma viola apoiada sobre o peito, esses a quem chamo de gênios do improviso cantam suas mágoas, revelam seus sentimentos, retratam a natureza e mostram a vida e os costumes do seu povo através do verso improvisado.

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          O que mais impressiona nos poetas de Itapetim é que muitos são agricultores de pouca ou nenhuma leitura, mas, como qualquer outro poeta de formações acadêmicas, conseguem enxergar com facilidade o subjetivo do mundo e o lado sentimental de cada ser humano.

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          Quantos poetas nesse pequeno pedaço de chão! Poetas que já se foram, poetas que ainda não se revelaram e os muitos que serão gerados nesse “ventre” onde a poesia corre nas veias de cada ser que ali nasce.

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          São tantos os poetas desse lugar que se fosse para citar não lembraria todos e faltaria espaço para registrar o nome de cada artista. Por isso, quero pedir licença aos demais para referir-me a apenas um. Vou falar aqui do filho de Cacimba Nova. É isso mesmo! A cacimba que ao invés de água fluiu poesia. É nessa humilde comunidade rural que nasceu um vate da poesia brasileira, para orgulho de Itapetim. Rogaciano Bezerra Leite, menino pobre que se tornou escritor, jornalista, um gênio, um poeta consagrado. Suas poesias foram além, cruzaram divisas e ultrapassaram fronteiras, a exemplo do poema “Os Trabalhadores” que está registrado em monumento na Praça de Moscou. O poeta de “Carne e Alma” percorreu o Brasil, andou por muitos países, cantou e encantou com sua genialidade poética.

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          Quando chamo Rogaciano de Poeta de “Carne e Alma”, faço alusão a sua maior e mais comentada obra, o livro “Carne e Alma”, que foi elogiado por grandes intelectuais, como Gilberto Freyre, Mauro Mota, Assis Chateaubriand, Jorge Amado além de outros. Compôs muitos outros trabalhos em favor da literatura brasileira e do jornalismo.

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          Em 07 de outubro de 1969, um enfarte calou para sempre a sua voz. Rogaciano não morreu, apenas se mudou para poetizar em outros mundos. Afinal, num ventre onde a poesia é imortal seus poetas não morrem, continuam sempre presentes em cada verso de suas estrofes.

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Por: João Paulo Pereira

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Antonio Pereira o Poeta da Saudade

.o Poeta Antonio Pereira
Conhecido como o poeta da saudade, Antônio Pereira nasceu a 13 de novembro de 1891, no sítio Jatobá, hoje município de Itapetim, onde viveu até a morte, a 07 de novembro de 1982. Violeiro e poeta popular, ele mal assinava o nome e nunca fez da arte a sua profissão, tendo sobrevivido como modesto agricultor.
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Antônio Pereira participava de jornadas de improviso apenas com os amigos e os seus versos sobreviveram ao tempo porque eram repassados verbalmente pelos seus admiradores que os decoravam. Em 1980, com a ajuda de amigos, publicou seu único folheto, “Minhas Saudades”, uma coletânea de sua poesia.
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Alguns versos do poeta:
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Saudade é um parafuso
Que na rosca quando cai,
Só entra se for torcendo,
Porque batendo num vai
E enferrujando dentro
Nem distorcendo num sai.
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Saudade tem cinco fios
Puxados à eletricidade,
Um na alma, outro no peito,
Um amor, outro amizade,
O derradeiro, a lembrança
Dos dias da mocidade.
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Saudade é como a resina,
No amor de quem padece,
O pau que resina muito
Quando não morre adoece.
É como quem tem saudade
Não morre, mas adoece.
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Adão me deu dez saudades
Eu lhe disse: muito bem!
Dê nove, fique com uma
Que todas não lhe convêm.
Mas eu caí na besteira,
Não reparti com ninguém. 
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Saudade é a borboleta,
Que não conhece a idade.
Voando, vai lá, vem cá,
Misteriosa, à vontade.
Soltando pêlo das asas,
Cegando a humanidade.
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Quem quiser plantar saudade
Primeiro escalde a semente.
Depois plante em lugar seco,
Onde bata o sol mais quente.
Pois, se plantar no molhado,
Quando nascer mata gente.
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Fonte: forrobodologia
                  Besta fubana
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Vestígios de Marco Histórico de Capela em Itapetim

A primeira capela católica construída do lado de cá do Rio Pajeú a pedido do Servo de Deus Padre Ibiapina, há mais de um século atrás, no município de Itapetim, media aproximadamente 8 metros de largura  por 10 de comprimento;  construída  onde atualmente é a praça Rogaciano Leite  (no momento demolida para reforma). Não há registro fotográfico da mesma, sabe-se que ela e posicionada com a frente para o primeiro cruzeiro da cidade fundado a  150 anos atrás. O único registro em foto é de sua maquete que foi leiloada durante uma festa do padroeiro “São Pedro”.

Apaixonados pela historia de Itapetim, hoje por volta das 15:45 da tarde, Bernardo Ferreira e Tontonho  Machado dirigiram-se até o local. Guiado pela orientação de Tontonho Marchado, Bernardo iniciou a escavação em busca dos vestígios da mesma.  Ao encontrar as primeiras pedras  Tontonho  reconheceu  imediatamente, pois durante a sua infância tinha conhecimento da mesma. O próprio  também  colaborou na escavação e o Sr. Manoel Costa juntou-se  ao dois amigos  também escavando para bem sucedida descoberta. Foi encontrada a base da capela, o que chamamos popularmente de sapata feita toda em pedra, pois, o piso e tijolos acima da base haviam sido  removidos no ato de sua demolição. Cidadãos que tinham conhecimento da localização  da mesma reconheceram os alicerces, entre os quais cito o Sr. João dos Passos e Dalva de Juvêncio.


Padre Adhemar visita a escavação  onde foi localizada a  sapata de pedra e barro batido e fala da importância desta sapata na história religiosa de nossa cidade.

 

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ALGUNS DADOS HISTÓRIOS DE ITAPETIM, PREFEITO, PONTOS TURISCO DE ITAPETIM, COMIDAS TÍPICAS, CULTURA, ETC

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 FOTO DO PREFEITO DE ITAPETIM - PE

  Atual Prefeito do Município de Itapetim

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PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAPETIM

 

Rua Major Cláudio Leite, s/n

CEP: 56720-000

Fone: (87) 3853 – 1374 / 1138

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DADOS GERAIS:

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População: 14.207

 

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Área: 405 m².

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Região: Mesorregião do Sertão.

 

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Microrregião do Pajeú

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Localização: Distante 416 km da Capital.

 

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Dia de Feira: Quinta-feira.

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Limites: Ao norte com estado da Paraíba, ao sul com São José do Egito, a leste com o estado da Paraíba, a oeste com Brejinho e São José do Egito.

 

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Acesso: PE-263, BR-110, PE-275, PE-280, BR-110 E BR 232 (via Sertânia).

 

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Atividades Principais: Agricultura e comércio.

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História do município

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Dados históricos e geográficos do município de Itapetim – PE

DADOS HISTÓRICOS: (origem)

 

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Na segunda metade do Século XVIII, quando nesta região só habitavam os índios BABICOS, chagaram os portugueses Pedro Mendez de Barros e Manoel Inácio da Cunha, os quais se fixaram na terra, dedicando-se ao cultivo de milho, feijão, mandioca, batata-doce, e criação de gado.

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No dia 1º de janeiro de 1798 os portugueses Pedro Mendez e Manoel Inácio doaram as terras do Rio Pajeú à corporação da Mão Morta da Diocese de Olinda – PE.

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Denominação

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A atual cidade de ITAPETIM teve em passado remoto o original nome de UMBURANAS, em conseqüência da existência de muitas árvores do mesmo nome, aonde os homens em face de uma travessia aqui existente costumavam utilizar a sombra das citadas árvores para repousos e fazerem suas trocas comerciais.

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Pelo Decreto n.º 92  de 31 de Março de 1928, o povoado de Umburanas passou a chamar-se SÃO PEDRO DAS LAGES.

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Em 31 de Dezembro de 1943, em face da coincidência de nome com uma cidade do Estado de São Paulo, pelo Decreto-Lei n.º 952 foi alterado o nome da VILA DE ITAPETININGA para o seu nome atual ITAPETIM.

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PRIMEIRA MISSA

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A primeira missa foi celebrada pelo Padre Manoel Gomes da Fonseca, vigário da paróquia de São José da Ingazeira (São José do Egito), acompanhada do Frei José Ibiapina, no dia 25 de Março de 1878.

 

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Frei José Ibiapina

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PRIMEIRA CAPELA

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A primeira capela foi construída em 1890, pelo Padre Manoel Gomes, vigário de São José do Egito. A atual Igreja Matriz foi iniciada sua construção em 1914, pelo Padre José Guerel e só muitos anos depois concluída pelo Padre João Leite.

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CRIAÇÃO DA PARÓQUIA

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A paróquia de São Pedro das Lages foi criada em 1927, tendo como primeiro vigário o padre João Leite de Andrade, nomeado pelo então Bispo de Pesqueira D. José Lopes.

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 Padre João Leite e seus colegas no retiro

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Túmulo de Padre João Leite


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Pontos turísticos

 

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BEM TANGÍVEL

Municipio : Itapetim

Denominação: Primeiro Cruzeiro

Localizado: Sítio Viração

Outras Informações: Construído pelo Frei Biapina em 1860

 

 

 



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BEM TANGÍVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Pedras com inscrições.

Localização: Sítio Cacimba Salgada

Descrição: Grafismo rupestre.

Proprietário: Luiz Soares

Outras informações: Conhecida como “pedra dos índios”.

 

 

 

 

 

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BEM TANGÍVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Pedras com inscrições.

Localização: Sítio Floresta

Descrição: Grafismo rupestre.

Proprietário: Pedro Vieira de Amorim.

Outras informações: Conhecida como “Pedra da Mã”.

 

 

 

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BEM TANGÍVEL

Município: Itapetim.

Denominação: Pedras com inscrições.

Localização: Sítio Pé-de-serra.

Descrição: Grafismo Rupestre.

Proprietário: Assis Cabaceira / Francisco de Assis.

Outras informações: Conhecida como “Pedra do poço”.

 

 

 

 

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BEM TANGÍVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Pedras com inscrições.

Localização: Sitio Bom Sucesso.Sítio Bom sucesso

Descrição: Grafismo Rupestre.

Proprietário: Filhos de José de Inês.

Outras informações: Conhecida como “Pedra do Letreiro”

 

 

 

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BEM TANGÍVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Museu.

Localização: Centro da Cidade.

Descrição: Preservar objetos antigos do município.

Proprietário: Prefeitura Municipal.


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BEM TANGÌVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Lagedo Limpo (Serras)

Localização: Zona Urbana ( ao lado do bairo São José).

Descrição: Paisagem natural.

Proprietário: Prefeitura Municipal.

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BEM TANGÍVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Cruzeiro.

Localização: Serra do Cruzeiro

Descrição: Paisagem natural (Grafismo Rupestre)

Proprietário: Sr. Evaristo/Francisco Santos

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BEM TAMGÍVEL

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Município: Itapetim.

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Denominação: Encontros dos Rio da Boa Vista e Rio do Caramucuqui ( A junção dos rios formam o rio Pajeú.

Localização: Sítio Caramucuqui

Descrição: Paisagem natural.

Proprietário: Maria de Jaime e Noel Marques.

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BEM TANGÍVEL

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Município: Itapetim

Denominação: Ponte do Rio Pajeú

Localização: Na entrada da cidade. ( Na Rodovia do Repente)

a primeira ponte sobre o Rio Pajeú.

 

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BEM TANGÌVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Gruta Nossa Senhora Aparecida.

Localização: Bairro Paulo IV.

Descrição: Paisagem natural.

Proprietário: Paróquia de São Pedro.

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BEM TANGÍVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Igreja Matriz de São Pedro.

Localização: Centro da cidade.

Descrição: Um prédio de arquitetura francesa considerada uma das igrejas mais altas do estado.

Proprietário: Diocese de Afogados da Ingazeira.

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BEM TANGÌVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Gruta Nossa Senhora da Conceição.

Localização: Serra do Cruzeiro.

Descrição:  Abertura (fenda) em rocha.

Proprietário: Sr. Evaristo/Francisco Santos.

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BEM INTANGÌVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Banda de pífanos da goiabeira (os beijaras)/ Babicos das Umburanas (Dança).



Localização: Diretoria de Cultura.

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Descrição: 1°) é uma banda rústica composta de cinco membros; 2°) um grupo de danças folclóricas resgatando toda cultura do município.

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Responsável: 1º) viúva do Sr. Naninho; 2º) Joselma Ferreira Gomes (Dir. Cultura).

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Histórico: 1º) de forma espontânea no inicio dos anos 70; 2º) por incentivo da Diretoria de Cultura.

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BEM INTANGÍVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Culinária / gastronomia.

Localização: Bairros da cidade / zona rural.

Descrição: Arroz mexido, Bode, Bolo de milho, Pamonha, Galinha de capoeira, Tapioca, Canjica, Cocada de batata de umbu, etc.

Histórico: De forma espontânea.

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BEM INTANGÍVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Artesanato.

Localização: Nos bairros da cidade.

Descrição: Utensílios de barro, talha em madeira, arranjos em plástico, bonecos de arame, etc.


Responsável: CODRECIPA (cooperativa), Sr. Tio, Anderson Carlos, Etc.


Histórico: Com a organização da cooperativa de reciclagem de lixo e espontânea vontade dos artesãos locais.

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BEM INTANGÍVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Festas profanas.

Localização: Praça Rogaciano Leite – Centro.

Descrição: Congresso de violeiros, bailes e apresentações culturais, etc.


Responsável: Prefeitura municipal.

Histórico: Em comemoração a emancipação política em 29 de dezembro de 1953.

Descrição: Festival de Poesia Popular, (Tributo à Rogaciano Leite)

Histórico: O Festival de Poesia Popular é um evento de vertente Cultural que dá ênfase a rimas e métricas, cantadas e declamadas. O codinome do Festival exímio poeta nascido em terra pajeuzeira pernambucana, Sítio Cacimba Nova, dentro do município de Itapetim no dia 01 de julho de 1920 e falecido em 07 de outubro de 1969.

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BEM INTANGÌVEL

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Município: Itapetim.

Denominação: Festas populares; festas de São João e São Pedro.

Localização: Praça Rogaciano Leite – Centro.

Descrição: Bailes, quadrilhas, danças e comidas típicas, etc.

Responsável: Prefeitura municipal / comunidade / igreja.

Histórico: Comemoração feita pela igreja católica antes da emancipação política.

 


 

 

 


 

 

 


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CULTURAS DO MUNICÍPIO

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ARTICULINÁRIA REGIONAL

 

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I – Comidas Típicas:

 

a) Almoço/jantares:

  • Xerém;
  • Pamonha;
  • Mungunzá;
  • Angu;
  • Canjica;
  • Baião-de-dois;
  • Buchada;
  • Galinha de capoeira;
  • Umbuzada;
  • Cuscuz;
  • Sarapatel;
  • Farinha de milho;
  • Fuba;
  • Arroz de festa;
  • Pirão (de boi, de peixe, de galinha);
  • Farinha de mandioca;
  • Papa de leite;
  • Manteiga da terra;
  • Queijo de manteiga;
  • Qualhada;
  • Queijo de qualho;
  • Tripa assada;
  • Mocotó;
  • Arroz doce;
  • Farinha de castanha.
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B) BOLOS/DOCES/BOLACHAS:

 

  • Bolo pé-de-moleque;
  • Bolo de caco;
  • Bolo de mandioca;
  • Bolo branco (leite);
  • Bolo de macaxeira;
  • Bolo de goma;
  • Bolacha preta;
  • Rapadura;
  • Mel de engenho;
  • Chouriço;
  • Tapioca;
  • Doce de batata de umbu;
  • Cocada de coco;
  • Alfeninho;
  • Quebra-queixo;
  • Caldo de cana;
  • Castanha de caju;
  • Beira-seca;
  • Doce de caju;
  • Doce de mamão;
  • Doce de goiaba;
  • Doce de abacaxi;
  • Doce de jaca.

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II – BEBIDAS TÍPICAS:

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  • Batida (limão, caju, etc.);
  • Catuaba;
  • Cajuada;
  • Cachaça de cabeça;
  • Licor;
  • Quentão;
  • Raizada (pau dentro);
  • Caipirinha;
  • Leite de onça.

 

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ARTEFATOS REGIONAIS

 

  • Corda;
  • Vassoura;
  • Panela de barro;
  • Pote de barro;
  • Quartinha de barro;
  • Carro de boi;
  • Balaio;
  • Chapéu de palha;
  • Chapéu de couro;
  • Cela de cavalo/arreios;
  • Cocho;
  • Cadeira de madeira;
  • Mesa de madeira;
  • Bacia de zinco;
  • Chinelos de couro;
  • Carvão;
  • Telha;
  • Tijolo;
  • Bola de couro;
  • Candeeiro;
  • Chaleira de zinco;
  • Cuia de cabaço;
  • Concha de coco;
  • Tonel de borracha;
  • Tonel de zinco;
  • Fogão de barro;
  • Pilão;
  • Rede de pesca;
  • Tarrafa;
  • Chicote (macaca);
  • Ferrão de boi;
  • Calha de zinco;
  • Colchão de palha;
  • Roupa de couro;
  • Canga de boi;
  • Canquito;
  • Xoque;
  • Lata de zinco;
  • Peneira;
  • Silos de zinco;
  • Colher de pau;
  • Ralador de zinco;
  • Gaiola;
  • Alçapão;
  • Arapuca;
  • Fojo;
  • Quixó;
  • Ancoreta.

 

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BRINQUEDOS:

 

  • Pião;
  • Burrica;
  • Cavalo de pau;
  • Bola de pano;
  • Boneca de sabugo;
  • Baleeira (estilingue);
  • Peteca;
  • Bolador de lata;
  • Balanço de pau;
  • Papagaio (pipa);
  • Ziguezague.

 

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ATIVIDADES FESTIVAS:

 

  • Forró;
  • Vaquejada;
  • Congresso de violeiros amadores e profissionais;
  • Seresta;
  • Cavalhada;
  • Pega de boi;
  • Corrida de jegue;
  • Festas religiosas e profanas;

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ü  Festa do padroeiro São Vicente Ferrer (Distrito de São Vicente);

ü  Festa do padroeiro São Pedro (Sede – Itapetim – PE);

ü  Festa de Nossa Senhora da Piedade (Povoado de Piedade);

ü  Semana da Cultura de Itapetim (Sede – Itapetim – PE);

ü  Festa de emancipação política com o Congresso de Violeiros Profissionais (Sede – Itapetim – PE);

ü  Festa de Reveillon (Distrito de São Vicente).

 

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ARTESANATO:

 

  • Bordado;
  • Crochê;
  • Pintura de tecido;
  • Arranjos de garrafas plásticas;
  • Tapetes de retalho;
  • Talha em madeira.

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BANDEIRA DE ITAPETIM


 

A bandeira de Itapetim foi sancionada pela lei nº15/17, em 06 de setembro de 1971, esta bandeira passou a vigorar como símbolo oficial do município.

Tendo como significado:

O verde representando nossas matas;

O branco representando nosso pacifismo;

O amarelo representando o ouro, símbolo de nossas riquezas minerais;

As estrelas, que são três, representam os três Poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário.

 

Autores: Carlézio Monteiro e Leonaldo Nunes.

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BRASÃO DE ITAPETIM.

 

O Brasão do nosso município tem como significado:

O Sol de brilho intenso caracteriza o sertão;

A Cruz representa a Igreja Matriz;

O Cruzeiro é o símbolo da fé cristã do povo de Itapetim;

O Cacto representa a região seca;

A Vegetação, ao centro, simboliza a fertilidade do solo;

As Pedras soltas revelam o nome de Itapetim;

A cima notamos a bandeira do Município;

A planta do meio e o ramo de algodão, representam as principais culturas do Município;

As Cores azul claro e branco simbolizam o céu e a paz, respectivamente;

Na fita o nome do Município, a data de fundação (esquerda) e de emancipação (direita).

 

E foi idealizado por: Antônio Camilo Costa de Sousa


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Dados Historico de Itapetim-PE

Centro da cidade foto antiga

Centro da cidade foto antiga

Centro da cidade foto antiga

Centro da cidade foto antiga

Centro da cidade foto antiga

Centro da cidade foto antiga

Fotos novas da cidade

Fotos novas da cidade

Fotos novas da cidade

Fotos novas da cidade

Fotos novas da cidade

Foto Nova

Foto Nova

Dados gerais

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Localização: Sertão do Pajeú, distante 423 km do Recife.
Área: 216 km2
Solo: Arenoso, pedregoso, rochoso
Relevo: Forte ondulado e montanhoso
Vegetação: Caatinga hiperxerófila
Ocorrência mineral:
Precipitação pluviomética média anual: 641,8 milímetros
Meses chuvosos: Março – Abril
População: 14.491 habitantes
Eleitorado: 11.807 (TRE 2006)
Dia de feira: Quinta-feira
Data de comemoração da emancipação política: 29 de dezembro
Prefeito: Adelmo Alves de Moura
Vice-Prefeito: João Archanjo de Souza

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DADOS HISTÓRICOS DE ITAPETIM- PE.

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Itapetim é um município brasileiro do estado de Pernambuco.

Nos primórdios do século XVIII a região foi habitada por uma tribo indígena denominada Babicos.

Ancestralmente, Itapetim recebeu o nome de Umburanas devido à imensa quantidade de árvores nativas com essa nomeação.

Discorrer sobre a origem histórica desse centro urbanístico é rememorar seus fundadores: tropeiros, almocreves, que transportavam bens tangíveis, principalmente gêneros alimentícios, vindos da localidade Lagoa de Baixo, atual Sertânia, e Flores, em Pernambuco, para Princesa Isabel…

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Itapetim é um município brasileiro do estado de Pernambuco. DADOS HISTÓRICOS

Nos primórdios do século XVIII a região foi habitada por uma tribo indígena denominada Babicos.

Ancestralmente, Itapetim recebeu o nome de Umburanas devido à imensa quantidade de árvores nativas com essa nomeação.

Discorrer sobre a origem histórica desse centro urbanístico é rememorar seus fundadores: tropeiros, almocreves, que transportavam bens tangíveis, principalmente gêneros alimentícios, vindos da localidade Lagoa de Baixo, atual Sertânia, e Flores, em Pernambuco, para Princesa Isabel e Espinharas, na Paraíba.

Homens tangedores de azêmolas,em comboio,conduziam suas tropas fazendo tal percurso,numa viagem expandida, que levava de seis a oito dias ao destino almejado. No transcorrer, realizavam paradas em pontos diversos para seus descansos – e das alimárias. As umburanas, frondosas e de generosa sombra, serviam como lenitivos aos tais recoveiros, e estavam sempre à ribeira do Pajeú.  Ao lado esquerdo do rio, no sítio Rio Limpo (hoje propriedade dos familiares do saudoso João Amaro Cordeiro), ficavam tais árvores de madeira nobre. Os dias foram sucedendo e os mercadores aumentavam em quantidade, tornando-se rotina acamparem por ali para o sistema de trocas de mercadoria.

Em virtude do aumento do trânsito e dos contínuos encontros em tal paragem, surgiu-se um comércio mais pujante: tecidos, louças, jóias,calçados,dentre outros artigos vários,fincaram pé – e assim nasceu a feira das Umburanas,por volta de 1878.

Na segunda metade do século, deu-se a povoação com a chegada de dois portugueses: Pedro Mendes de Barros e Inácio Cunha, que se interessaram por estas plagas,fixando-se para desenvolver  culturas de milho, feijão, mandioca, batata-doce, bem como criação de rebanho bovino, caprino e aves domésticas adaptadas às nossas condições meteorológicas.

Com o passar dos anos, o senhor Amâncio Pereira, um dos primeiros procedentes do lugarejo,vendo o crescimento da população umburanense, e sendo um homem prático, de idéias progressistas,teve a iniciativa de construir uma casa comercial (a primeira de alvenaria,erigida ao lado do rio Pajeú (ainda existente).

Amâncio Pereira José, José Antônio e Virgulino Soares, considerados os fundadores na nascente vila,construíram as primeiras habitações, e lá moraram seus familiares. Religioso ao extremo, incitou às pessoas já climatizadas na terra a conceber uma capelinha, que ficava defronte à casa de “seu” Amâncio, onde hoje está o “Dance Music  Casarão”. Esse pequeno templo permaneceu funcionando até o ano de 1914, quando o Padre José Guerel,da Paróquia de São José do Egito, arquitetou nossa Igreja Matriz de São Pedro das Lages, concluída muito depois pelo Cônego João Leite Gonçalves, o primeiro vigário.

Padre João fixou-se aqui em 1928, tornando-se um dos grandes vultos da nossa história, pela dedicação e amor intransponíveis a este pedaço de terra do Sertão pernambucano. Foi um veemente chefe político sempre ligado as forças políticas da direita. Grande batalhador pela emancipação nossa, fez benefícios na primeira escola, nos Correios, estradas, e que-tais.

Voltando à figura do Padre Guerel. Conta-se que, por problemas sociais  envolvendo seu país de origem, a França, e também forçado pela Primeira Guerra Mundial, ele imigrou para o Brasil. Aqui chegando, abancou-se na cidade de São José do Egito. Trazia consigo dois objetivos básicos: sair ileso de sua nação e edificar uma igreja em louvor a São Pedro, assim como explorar e cultivar a agricultura local. Fazia celebrações periódicas de missas nos arredores. E encontrou o terreno ideal ao seu sonho: Umburanas. O religioso citado morreu de forma trágica a 9 de dezembro de 1915,quando uma barreira de açude que estruturava despencou sobre seu corpo enquanto ele cochilava,sob tal barranco, num pós-almoço.

Em relação ao Padre João Leite Gonçalves, figura ultra carismática, ele nasceu no dia 7 de julho de 1903 no Pajeú. Filho de Cláudio Leite de Andrade e Josefa

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fonte: WikiPedia

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